13 de mai. de 2011
Senti o vento que tocou suavemente no seu rosto, balançou seus cabelos e fez um leve sorriso brotar. Clarisse é o nome dela, vizinha de janela. Tagarela sem parar, eu aqui e ela lá. Blá, blá, blá. Cantarola Clarisse que eu toco violão. A noite é eterna com sua voz no meu coração.
De segunda a sexta, vamos à escola. Clarisse é uma menina bela, com muitos caras atrás dela. De tarde, vou ao inglês e natação. E, quando chega de noite, ela chama minha atenção. Blá, blá, blá. Cantarola vizinha que eu toco violão. A lua é minha amiga e não revela minha paixão.
Fim de semana, Clarisse some, junto com sua canção. Saio com os amigos, fico na internet e vejo televisão. Espero um telefonema. Espero sua voz. Mas Clarisse só volta na segunda, quando sente saudade de nós. Blá, blá, blá. Cantarola menina que eu toco violão. A escuridão é nosso tempo até o fim da canção.
Se Clarisse fosse minha, toda minha, os dias seriam noites sem fim. Não sei se gosto dela ou da nossa canção, mas toco violão até ela dormi. Clarisse chega desse blá, blá, blá e cantarola para mim. Vou ficar aqui até a manhã surgir. Talvez, assim, você não se esquece de mim.
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2 comentários:
Todo o texto parece uma canção, não sei se foi intencional, mas o resultado foi bom! Literatura bem juvenil, gostei do teu estilo.
Beijos Miguxa!!
"Clarisse" *.*
Gostei dos ritmo e rimas, como a Denise falou, parece uma canção mesmo. Sutil e cheio de jovialidade. Acho que esse negócio de escrever blog tem futuro! =D
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